Superior fornece equipamento para empilhar material em mineração, sem necessidade de movimentar caminhões

   Superior fornece equipamento para empilhar material em mineração, sem necessidade de movimentar caminhões

Por: Santelmo - M&TExpo

Superior fornece equipamento para empilhar material em mineração, sem necessidade de movimentar caminhões 

Com o PRSC (Portable Radial Stacker Conveyor), as plantas de agregados que gastam para implantar infraestrutura fixa de transporte, ganham em redução de custos e mobilidade 

As plantas de agregados chegam a uma nova realidade tecnológica, que vai revolucionar o modus operandi na logística de empilhamento de material. A novidade é o Portable Radial Stacker Conveyor (PRSC), empilhadeira radial fabricada pela Superior Industries para possibilitar o empilhamento de grande quantidade de agregados sem a necessidade de movimentação por caminhões, nem uso de pás-carregadeiras. 

Com esse equipamento é possível obter mobilidade no empilhamento de material, tanto para variar no formato da pilha de estocagem, quanto na locomoção para diferentes locais onde a operação pode ser feita.

A Superior é uma das principais fabricantes internacionais de transportadores de correia e componentes de transportadores, que participará da M&T EXPO 2022. A empresa fornece uma grande variedade de equipamentos para cada aplicação, desde a captação do minério no ponto de extração, condução para os locais de usinagem, até operações de empilhamento. Além de modelos portáteis, a fabricante também fornece equipamentos radiais, que conseguem sobrepor a pilha de material e deixá-la em formato onde é possível estocar maior quantidade de material.

No Brasil, a fábrica da empresa está sediada na cidade de Rafard (SP), onde está aumentando a capacidade de produção de suas linhas de montagem para atender também países da América Latina.

 

Empilhamento de material com o PRSC 

Ao utilizarem o PRSC para empilhar material, as pedreiras que normalmente gastam para implantar a instalação de uma planta fixa de transporte de agregados, fazendo fundação e levantando vigas, podem eliminar todo esse custo de infraestrutura. “Ao ser descarregado no equipamento, o material segue por esteiras diretamente ao PRSC para ser empilhado, sem a necessidade de ser despejado no chão, além de dispensar uso de carregadeiras e caminhões no processo”, explica Danilo Bibancos, diretor executivo da Superior Industries.

O empilhamento do material pode ser feito em quantidades maiores a da tradicional pilha cônica, mas sim no formato radial ou “feijão”, ou seja, montantes com grandes quantidades de material em formato de ângulo 90 ou 180 graus, de acordo com a necessidade de estocagem. Essas pilhas maiores e em diferentes formatos são possíveis porque o PRSC tem uma base pivotante na parte traseira e rodas na parte dianteira, que possibilitam um movimento radial.

As rodas são ajustáveis, tanto no sentido de transporte como para o trabalho radial, controladas hidraulicamente ou manualmente. O equipamento também pode ter sua inclinação ajustada para aumentar ou diminuir a altura de empilhamento. Para se ter ideia do quanto o PRSC faz diferença, enquanto um transportador estacionário (fixo) de 50 pés consegue empilhar 370 toneladas métricas de agregados em uma pilha de formato cônico, o PRSC com a mesma altura armazena 1589 toneladas métricas em uma pilha radial (feijão) de 90 graus, ou 2.807 toneladas métricas em uma pilha em formato de 180 graus.

“Essa produtividade superior é obtida a um custo operacional reduzido em comparação com o de empilhadores fixos, principalmente quando consideramos redução de consumo de combustível na frota, além de queda no desgaste e na manutenção de equipamentos utilizados no processo”, considera Danilo.

De acordo com ele, eliminar despesas e aumentar a produção é hoje um aspecto característico da boa gestão, principalmente para as empresas que se mantêm focadas em melhorias de processo. “Uma instalação de transportadores bem projetada vai eliminar o custo de, pelo menos, quatro ou cinco caminhões circulando na pedreira, dependendo das distâncias e toneladas movimentadas”, destaca Bibancos.